Quando decidi que ia escrever algo sobre criatividade, ou falta de ousadia, lembrei de um livro que ganhei dos meus pais, no primeiro ano de faculdade. Era o meu primeiro livro relacionado à publicidade e eu fiquei encantada. O livro chama “Um toc na cuca”, de Roger Von Oech.
No livro diz que a maioria das vezes que precisamos ser criativos, é quando temos um problema a resolver. Porém, acontece que muitas vezes não conseguimos gerar uma idéia satisfatória. Isso porque a base para sermos criativos é a abstração, temos que ser capazes de pensar abstratamente para poder ver o problema de ângulos e visões diferentes. Conclui-se que a maiorias das pessoas não são criativas devido ao bloqueio mental existente sobre elas, que vem sido exercido desde muito tempo. Esse bloqueio é gerado pelo medo de cometer um erro, pois na maioria dos problemas que temos sempre há algo importante em jogo, tal como o emprego, a família, a empresa. Se algo der errado pode vir a comprometer-nos.
Assim como foi perguntado a Edison quando questionado sobre o intento de inventar a lâmpada e falhado mil vezes, ele respondeu que não havia falhado, e sim descoberto mil maneiras de não inventar a lâmpada.
Até mesmo o humor é necessário nas horas de criatividade. Pois é nos momentos mais inusitados e descontraídos que as mais brilhantes idéias ocorrem. O ambiente de trabalho deve ter um clima positivista e de confiança entre a equipe.
Passada a fase de criação da idéia, surge a necessidade de desenvolvê-la de forma racional, aplicando os conhecimentos específicos da nossa área de atuação. É nesse momento que partimos para a ação, tirar do sonho e passando para uma meta, para torná-la realidade.
E o mais importante de todos: a auto-estima. Ela sim é capaz de nos tornar criativos, pois temos que nos julgar capazes de o ser.
A criatividade aliada ao conhecimento técnico, maximiza-se resultados.
Seja criativo!
Vale a pena ler! Uma leitura dinâmica, cheia de formas e maneiras de estimular a criatividade.
Por: Marcela Vuolo


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